Durante a Game Developers Conference, evento onde
alguns dos maiores criadores de jogos se reúnem para discutir
tendências, algumas companhias costumam levar seus produtos para serem
apresentados aos jogadores e à imprensa e neste ano, chamam a atenção
dos visitantes a presença de duas empresas, a Scent Sciences e a Sensory Acumen, que mostraram produtos semelhantes.

A proposta delas é dar o próximo passo em direção a uma maior imersão
nos jogos eletrônicos e para isso desenvolveram dispositivos que fazem
os jogadores sentires certos odores enquanto jogam.
Tanto o ScentScape quanto o GameSkunk,
cujo preço sugerido para venda varia entre US$ 60 e US$ 70, são ligados
na porta USB (no caso do segundo também é possível conectá-lo por
Bluetooth) do computador ou console e possuem no seu interior de 10 a 20
cartuchos com óleos aromatizantes que são acionados por calor.
Para tentar ilustrar melhor a sua utilidade, imagine, por exemplo, um
jogo de corrida onde sentiremos o cheiro de borracha queimar ao frear
bruscamente antes de uma curva, o delicioso “cheiro de Napalm pela
manhã” em um jogo de tiro em primeira pessoa. Mas dependendo da
criatividade da produtora, poderíamos, por exemplo, saber que estamos
perto de um alienígena em um jogo em que defendemos a Terra, mesmo sem
nem termos o visto.
Por mais que pareça algo desnecessário, o fato é que estimular um
sentido do jogador até então ignorado pode tornar toda a experiência
mais realista, no entanto, encarar um jogo de zumbis e ter que aguentar o
cheiro de carne em decomposição não deverá ser nada agradável.










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